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Um pedacinho da Patagônia Argentina

  • 22 de abr. de 2017
  • 2 min de leitura

Tenho que dizer uma verdade: se pudesse, teria conhecido bem mais dessa tão sonhada Patagônia.

Você olha as paisagens maravilhosas na internet, pesquisa trilhas, locais para dormir, desenha rotas. Até que chega o momento de ver quanto custa essa brincadeira, e é aí que você muda a programação, reduz os dias e os destinos! rs

Então, se eu pudesse dar alguma recomendação, diria: planeje com muita antecedência e prepare o bolso para não ter grandes surpresas.

Minha viagem para a Patagônia se resumiu ao lado argentino e a duas cidades: El Calafate e El Chaltén.

Com pouco mais de 20 mil habitantes, El Calafate é o acesso mais caro ao Parque Nacional Los Glaciares, onde localiza-se a maior geleira em extensão horizontal do mundo – Glaciar Perito Moreno – e outra imponente geleira – Glaciar Upsala.

Essa viagem foi feita na segunda quinzena de março, o que significa que a alta temporada já havia terminado e o tempo estava em um agradável outono. Também foi uma viagem feita em família (meus pais e eu), ou seja, sem hostels e quartos compartilhados, sem ônibus ou carona.

Planta Calafate

Chegamos em El Calafate e já retiramos o carro alugado diretamente no aeroporto. Dedicamos o primeiro dia a conhecer a cidade, caminhar sem muito destino e conhecer a reserva Laguna Nimez. La na reserva, vimos o calafate (que originou o nome da cidade) e é uma planta típica na região, a qual produz uma pequena fruta utilizada para fazer doces, licores (é válido pedir para degustar em alguma das lojas – apesar de não ter sido o meu favorito!) e geleias.

A Laguna Nimez é um lugar fácil de chegar a pé e é um centro de observação de aves. Com um folder (em português!) que acompanha a sinalização local, você contorna facilmente a lagoa. Um passeio tranquilo para o primeiro dia! Mais informações aqui.

Onde ficamos:

Quando se conhece um lugar bom, acho muito importante compartilharmos a informação. Ficamos em uma pousada realmente muito acolhedora! A pousada se chama Koi Mahik, está um pouco depois da rua principal e tem uma vista linda! A equipe é super simpática, as instalações são ótimas. Como a temporada já tinha terminado, estávamos só nós de hóspedes e tivemos um atendimento bastante personalizado. Reservamos pelo Booking e pagamos R$180,00/diária por um quarto triplo com café da manhã.

Outra informação que acho bacana compartilhar é com relação a dinheiro. Levamos um pouco de dólares, um pouco de pesos argentinos, e a verdade é que valia mais a pena trocar reais por pesos na Argentina, e não no Brasil. Dólar é muito bem aceito, e alguns locais aceitam reais. É importante levar dinheiro em espécie pois muitos locais não aceitam cartão.

No segundo dia em El Calafate fomos para o Glaciar Perito Moreno, mas isso eu deixarei para contar no próximo post!

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Olha a Lá!

Espírito aventureiro e alma viajante. Com uma personalidade que transita entre o rock e o hippie, entre o equilíbrio e a desordem. Apaixonada pela vida, pela arte, pelos vinhos e pelo novo.

 

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